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Empreendedorismo

Pós pandemia: efeitos no comércio e consumo

AC/DC: antes do coronavírus e depois do coronavírus. Um novo estilo de comércio e consumo pós pandemia.

Um novo mundo surgiu. Mudanças na sociedade aconteceram na velocidade da luz. Pessoas dos seis continentes mudaram seus comportamentos. O comércio se reinventou. Acompanhe neste texto uma análise sobre o comportamento do consumidor e do comércio durante a pandemia e tendências para o período pós isolamento.

Análise geral da sociedade e pandemia

A WGSN é a maior autoridade de previsão de tendências do mundo. Seus especialistas são líderes em compreender o comportamento de pessoas, do mercado e em ditar o que está por vir nos próximos meses e anos.

De acordo com a instituição, durante a pandemia do coronavírus, as previsões que haviam sido feitas para acontecer nas próximas décadas, ganharam vida em poucas semanas. No último ano, tudo mudou em velocidade extremamente acelerada: novos hábitos, estilos de vida e de trabalho. 

A crise comprovou que novidades aparecem e que profissionais de todas as áreas são capazes de se adaptar com maleabilidade, resiliência e, especialmente, criatividade. Acontecimento como esse nunca ocorreu antes.

Pós pandemia: o legado

O isolamento social irá acabar. Porém, as mudanças ocasionadas por ele continuarão. Com ele, surgiram três novos grupos de consumidores, classificados pela WGSN como: os estabilizadores, os comunitários e os novos otimistas.

Estabilizadores

Os estabilizadores são aqueles que prezam pela praticidade de não ter excessos de opções. Eles buscam itens que os façam sentir bem, assim como as experiências oferecidas pelas lojas.

Comunitários

São acostumados com um lifestyle agitado, gostam de manter-se ativos e relevantes nos lugares em que estão, investindo na própria comunidade.

Novos otimistas

Trata-se de grupo diversificado, aventureiro, que defende as próprias crenças com positividade. No consumo, preferem compartilhar e celebrar com outros otimistas. A conexão e a inclusão estão no topo de suas prioridades.

O consumidor do futuro: sentimentos

De acordo com o estudo feito pela WGSN, os três grupos de consumidores mencionados acima apresentam quatro sentimentos principais que regem seus comportamentos: o medo, a dessincronização social, a resiliência equitativa e o otimismo radical.

Empresas do futuro: estratégias de engajamento

Da pandemia em diante, três aspectos que devem crescer cada vez mais: a conexão, o emocional e o digital

As empresas que acompanharem os novos hábitos de consumo e de negócio irão sentir a diferença entre o crescimento e a estagnação. 

Tendências gerais do comércio para 2022

No próximo ano, de maneira geral, ainda de acordo com a WGSN, empresas ao redor do mundo deverão acompanhar as seguintes tendências para conquistar os novos tipos de consumidores:

  • Simplificar o processo de compra, tanto nas lojas físicas quanto online, facilitando a experiência do cliente em todos os sentidos;
  • Investir na criação de eventos de compra transmitidos ao vivo para promover vendas e estimular o retorno sobre o investimento em plataformas sociais. 
  • Utilizar plataformas que permitam compras e entregas coletivas. Isso irá atrair o público, assim como as marcas focadas nas entregas hiperlocais.
  • Apostar na segmentação do público para garantir que a comunicação da loja/marca seja prática e consistente.
  • Utilizar recursos de realidade aumentada para testar produtos. Quando se trata desse tipo de tecnologia, é preciso pensar menos em marketing e mais em conveniência. 
  • Promover o engajamento em âmbito regional e oferecer descontos para determinar qual o melhor retorno sobre o investimento.

Comércio no Brasil

De acordo com dados lançados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil registrou um aumento no número de companhias e organizações formais ativas nos últimos três anos. O total de empresas abertas e ativas subiu para 5,239 milhões e isso corresponde a 301.388 empresas a mais desde 2018 até junho de 2021.

Dessas novas empresas, de acordo com indicadores apresentados em junho de 2021 pelo Serasa Experian, 80.3% são MEIs; 12,9% são sociedades limitadas; 2,6% são empresas individuais e 3,9% são de outros tipos.

Não importa o tamanho da empresa, as mudanças e as novas tendências de comércio aplicam-se a todas elas.

Era pós pandemia e fim da crise

China, Europa e Estados Unidos estão próximos do  fim da pandemia. Os demais países também estão no caminho para chegar lá. Um recente estudo realizado por outra empresa referência em estratégias e tendências mundiais, a Euromonitor International, identificou cinco pontos bastante interessantes para a economia global a partir de 2021, que complementam as tendências ditadas pela WGSN.

O PIB brasileiro deste ano mostra que, felizmente, a economia está retomando o fôlego e crescendo gradativamente. Mas, isso não é o suficiente para garantir o sucesso no comércio nos próximos anos. O Euromonitor indica que as empresas devem ficar de olho em cinco aspectos: na recuperação econômica desigual; no aumento da dívida pública; na redefinição da globalização; nas atividades de maior valor agregado e na mudança nas fronteiras do mercado. Segundo a instituição, esses são os principais fatores que irão multar a nova era econômica global pós-pandemia.

A recuperação econômica desigual

A economia do mundo pode se recuperar a partir de 2021. O estudo da Euromonitor aponta que o PIB mundial cresceu e que isso está ligado a estímulos de diversos países, além da aplicação de vacinas e melhora da confiança do consumidor e das empresas. 

Porém, essa recuperação está sendo desigual. O processo é mais acelerado em alguns países do que em outros. A recomendação da Euromonitor é de que empresas monitorem a economia e avaliem os gastos de seus grupos de consumidores. Assim, é mais seguro criar estratégias adequadas para preços e valores de produtos e serviços.

As dívidas públicas crescentes

A Euromonitor mostra que as dívidas públicas aumentaram mais rápido em 2020 do que durante a crise financeira global de 2008-2009, em todos os países. Porém, afirma que esse aumento nos gastos públicos é favorável durante uma desaceleração econômica — já que impulsiona a economia.

De maneira geral, esse aumento das dívidas levam a menores gastos do governo e maior custo de financiamento, o apontamento do estudo de que empresas e consumidores em países endividados serão impactados negativamente após a pandemia.

 Redefinição de globalização

Assim como apontado pela WGSN, a Euromonitor também cita que o comércio global e as empresas multinacionais têm sido submetidas a análises mais rigorosas, com consumidores que exigem cada vez mais produtos transparentes e socialmente responsáveis.

 Comércio eletrônico pós pandemia

Como os varejistas e empresas não dependem mais apenas de lojas físicas para chegar aos consumidores finais, o e-commerce está liderando a revolução nos setores de serviços, especialmente em emergentes como a China. Segundo o estudo, os consumidores continuarão a favorecer o comércio eletrônico após a pandemia.

Mudando as fronteiras do mercado

As economias emergentes continuarão sendo os principais motores do crescimento econômico global no longo prazo, mesmo com o aumento dos riscos da dívida e dos caminhos incertos de recuperação, diz a Euromonitor. Entre 2020 e 2040, 75% do crescimento do PIB global virá de mercados emergentes e em desenvolvimento, elevando sua participação na economia global em termos de paridade de poder de compra para 69% em 2040.

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